Arquivo para Agosto, 2007

Blog Day Celebración

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Li em alguns blogs que hoje é o Blog Day (não vou detalhar o que é, um monte de gente já fez isso, clique no link e saiba mais). Resumindo: é uma espécie de celebração onde você indica no seu endereço outros blogs que gosta.

Nas listas, fui lembrado pelo brother Duquian, do Sedentário & Hiperativo, endereço dos mais conhecidos na blogosfera brasiliana e grande fonte de conteúdo e links interessantes. Valeu Duquian (deixei teus 10 contos na portaria), amanhã postarei meu ensaio sensual a fim de atrair as leitoras que chegarem até aqui através da indicação do SH.

Achei interessante a iniciativa do Blogday e, apesar de sempre indicar os blogs que leio ou que, de alguma forma chamam minha atenção, contribuirei com a parada indicando mais cinco endereços. Meu critério foi citar espaços que nunca ou pouco mencionei aqui. Segue a relação.

Coletivo Idéia Forte
Blogs de tendência são uma das febres do momento, alguns deles se repetem demais e, pra quem acompanha blogs estrangeiros, os brazucas parecem apenas ecoar mais do mesmo. O Coletivo, apesar de reverberar vez ou outra algum assunto hypado, no geral encontra curiosidades e legalzices que você não vê repetidas por aí. Para quem gosta de arte, design, multimídia, trends e modernices do mundo.

Ikea Hacker
Adoro móveis (mesmo não possuindo dinheiro para comprar o que gosto) e, ano passado, descobri esse ponto de encontro especializado de fãs dos móveis da Ikea (rede de lojas [imensas, grandes, muito avantajadas mesmo] de móveis). Você cria sua solução personalizada utilizando móveis da marca de maneira criativa e manda as fotos pra lá descrevendo como fez a presepada. Muito útil para inspirar macacadas próprias em casa.

Lista 10
É simples: são listas, ué. De qualquer coisa. Uma idéia tão genial e óbvia que você fica se perguntando como ainda não tinham feito um blog com ela. Mas ainda bem que fizeram.

Bunker
Críticas embasadas, não-babacas, acessíveis e sinceras sobre cinema, quadrinhos, música, TV e afins. O Bunker do Renmero foge do pop lixão, mas também não enche a paciência do leitor com cabeçudismos sacais. Já havia indicado o endereço em um outro blog meu que (felizmente) fracassou. Então vale a pena falar novamente aqui.

Quando a barata voa
Para azar da humanidade, Paulo Nazareno (o melhor nome artístico real para um jornalista que se vende como loser de toda a história mundial) voltou a atualizar com alguma regularidade o seu tosco brógue. Nos arquivos, procure pelas resenhas de cinema. Entre a produção recente, farfalhe-se a gargalhar com as tiras sobre a invasão da terra de autoria deste colaborador esporádico do Ressaca Moral e conterrâneo paraense (eu tinha que indicar um paraense, do contrário, segundo nosso código estadual secreto, um testículo meu seria arrancado fora).

Tenho medo de

Originalmente publicado em 15/03/2006 naquele outro blog

Fãs do contato com a natureza – Durante milhares de anos nossos antepassados lutaram contra terríveis predadores, passaram dias sem água, lutaram por comida e enfrentaram frio, calor e toda a sorte de condições naturais adversas. Com a descoberta da agricultura, deixamos a condição de nômades e daí para o surgimento das primeiras aglomerações urbanas, do supermercado e das casas de tolerância para moças foi um passo. Mas um dia, algum mal agradecido renegou toda a luta de nossos ancestrais por melhores condições de vida e resolveu lançar a idéia de que era legal sair da cidade nos finais de semana e feriados para guerrear contra mosquitos, cagar no mato e esturricar a pele no sol até a primeira mancha de câncer aparecer.

Espiritualizados, mas não-religiosos – Excelente fatia de mercado para picaretas de toda espécie, as pessoas espiritualizadas tanto podem acreditar que a floresta amazônica é um experimento dos alienígenas de Alpha Shoppenhaüer, quanto atribuir o sumiço de uma maçã a um gnomo matreiro. Outra coisa que tal tipo de gente é capaz de fazer, é “enxergar além do que se vê”, e não estamos falando apenas daquele bago de feijão escondido no molar, mas também de auras, espíritos e peidos coloridos. Inimiga mortal dos espiritualizados, a indústria farmacêutica, além de gananciosa é burra, pois perde bilhões de dólares anuais investindo em complexas pesquisas, quando poderia resolver tudo gastando apenas uns trocados vendendo lâmpadas, pedrinhas e líquidos coloridos em embalagens artesanais.

Pessoas que tem medo de internet – Mais perigosa do que a internet é, sem dúvida, a vida real. O mesmo cara que tem pânico de dar o número do cartão para comprar uma bosta de um Dan Brown no Submarino, deixa a camareira do motel sumir com o mesmo cartão corredor adentro pra fazer a bosta que bem entender. Uma variante do medo das compras é o medo do Mercado Livre. Em alguns relatos, as vítimas achavam que somente o ato de olhar o produto ofertado já poderia lhe tirar algum dinheiro do banco. Existe também o orgulho ignorante em não possuir e-mail ou conta no MSN, como se uma janela piscando em laranja fosse mais perigosa do que uma volta de carro pelo Rio de Janeiro ou uma coxinha amanhecida da padaria.

Ontem, quarta

Noite bacana a de ontem. Saída do metrô consolação com rajada de vento baixando a sensação térmica em uns 4 graus. Evento da Absolut no Conjunto Nacional (parêntese para o estranho espaço do evento: um curral demarcado no hall central do edifício com aquelas fitas de fila de banco). Vários coleguinhas blogadores por lá: Marina, Juliana, Sarah, Paula, Inagaki e Ian, este último irresponsável pelo meu convite, por meio da Riot.

A desculpa para a biritada era o lançamento de uma série especial de duas garrafas bonitinhas da Absolut e uma exposição de designers e artistas convidados a ilustrar o célebre vasilhame da vodka. Não reparei muito nas garrafas expostas (lembro que eram bonitas), foquei minha atenção nos líquidos servidos. Sabe como é, não é todo dia que se pode encher a cara de Absolut. Pobre é uma tristeza.

Perguntas que ficam: por que todo evento moderninho precisa ter como fundo música eletrônica? Caipiroska de maracujá seria uma maracujoska? E de abricó, como fica, abricoroska? Designers são obrigados, por algum tipo de código secreto, a usar boinas vintage e bonés militares? Algum barman esteve catando alguma das operadoras de telemarketing que estiveram a estar tietando os rapazes?

Saída do evento rumo ao Milo Garage. No Leomóvel aconteceu uma empolgante exibição de toques de celular. Pausa filosófica para leitura pessoal de um daqueles SMS que deixam você com sorriso boboca o resto da noite. Parada estratégica no Pedaço da Pizza da Augusta para forração de estômago. Wander Wildner dividia uma mesa com Thunderbird, aquele que me deve 15 reais por um show ruim (Wander me deve 30, pois vi dois shows ruins do rapaz nos últimos tempos).

Quarta agora é a melhor noite do Milo. O segurança da porta está cada vez mais engraçadinho, vou indicá-lo para A Praça é Nossa. Discotecagem fofinha para animar clipe de imagens em filme comédia romântica. Cissa é fã da Pitty, não fez a piada “Doda e Duda? É uma dupla sertaneja?” e sabe que Edoardo com “o” é italiano. O mediano estado de embriaguez provoca convulsões intestinais que me fazem voltar duas da manhã para casa. Melhor assim, era só uma quarta.

Chatice tolerante

Admiro a paciência das pessoas. Fico impressionado com a naturalidade de alguns em encarar a chatice alheia. Minha tolerância com gente que considero chata é baixíssima. Não sou mal educado ou estúpido, mas tento abreviar a conversa o mais rapidamente possível, limitando-me a concordar com tudo o que está sendo dito ou encenando simpáticos sorrisos visando uma fuga.

Acredito que não existem chatos absolutos, mas sim tipos de chatices que encaixam ou não com o que você tolera. Isso explica porque mesmo os mais insuportáveis malas conseguem fazer amigos. O segredo é achar as pessoas certas para tolerar suas chatices ou, o que costumo fazer, evitar expor seu lado chato a quem não tem nada a ver com isso.

No último domingo, por exemplo, metade das pessoas que conheço em São Paulo planejavam ir para um tal festival de jazz ao ar livre que um bar costuma promover anualmente em Moema. Boa parte dos meus amigos estaria lá, a música certamente seria audível, o tempo estava bom, teria bebida e comida. Diversão garantida.

Menos pra mim. Muita gente reunida nunca pode ser agradável. É apertado, quente (inclusive a cerveja), você não consegue se mexer na hora que quer ou como quer, é barulhento, algum filho de uma égua pode furtar seu celular, um inconveniente qualquer pode mexer com a sua namorada e ela mesma, a sua namorada, pode resolver mexer com um inconveniente qualquer, vai saber.

A maioria das pessoas talvez releve esses “pequenos” aborrecimentos em nome da diversão. Eu não. Ao menos não para festivais de Jazz, gênero que me agrada, mas que conheço tanto quanto a Polca (a maior contribuição cultural dada pela Polônia ao mundo depois de João Paulo, o segundo).

Mais uma vez, poupei várias paciências, inclusive a minha. Nos finais de semana me reservo o direito de não tolerar chatices, já que, em tese, tenho o poder de escolha sobre o que agüentar ou não. Diferentemente do ambiente corporativo e suas adjacências, onde, para garantir meus caraminguás mensais, sou obrigado a comportar em minha bolsa escrotal chatos e chatices dos mais variados estilos.

Rápido PS: gosta de futebol? Então saca o texto do Léo sobre o a tragicômica situação atual do maior rival do melhor time do norte (prestes a cair no mesmo buraco).

Rápido PS2: toda vez que escrevo um “Rápido PS2″ penso em fazer uma piada com o Playstation 2 (para você, leitora, PS2 é a sigla pela qual o videogame [o Playstation 2] é conhecido).

Cinco listas de cinco coisas

Além de não me surgir uma mísera idéia pra postar, estou sem tempo e saco de escrever (ok, tempo eu tenho, estou é sem saco mesmo). Então nada mais cara-de-pau do que fazer listas pessoais inúteis para acrescentar nada ou pouco na sua vida.

Cinco acepipes/snacks batutas no escritório
1 – Cocada Bela Moça
2 – Coca-Cola Zero (lata 300ml)
3 – Rosca de polvilho Rosa Branca
4 – Maxi Goiabinha Bauducco
5 – Suco Del Valle Maracujá (lata 300ml)

Cinco disputas de photoshop do Worth 1000
1 – Lagartos e a vida
2 – Celebridades carecas
3 – Mistura de sexos
4 – Derretendo
5 – Erros de férias

Cinco lugares de São Paulo que não gosto
1 – Rua Augusta
2 – Moema
3 – Av. Santo Amaro
4 – Marginal Tietê
5 – Shopping Santa Cruz

Cinco álbuns que ando escutando
1 – Era Vulgaris – Queens Of Stone Age
2 – Version – Mark Ronson
3 – Have a Little Faith – The Bellrays
4 – Lunatico – Gotan Project
5 – Maladroit – Weezer

Cinco coisas gordas muito chatas da Globo
1 – Faustão
2 – Jô
3 – Regina Duarte
4 – Angélica
5 – Márcio Canuto

Bugigangas dominicais – Quattro 4CD

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Rapaz, com uma parada dessas na minha sala não teria mais vizinho sossegado no meu prédio. Além dos 4 CDs, o bacana é o dock lá em cima pra conectar o iPod, saca lá.

Nem é tão caro, 500 doletas lá na terra de Marlboro. Experimenta importar pra cá, vai.

Brinquedos de sábado – Freira brigona

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Estudei em colégio de freira até a 3ª série, mas nunca apanhei de nenhuma. Eu era bem gordinho, se elas se metessem a besta comigo levariam um golpe de sumô.

Agora cante comigo: “Lango, lango / Lango, lango, lango!…”

Ó o link aê.

Dance, se rasgue

Para quem mora em Belém, meus hermanos de panela, corte & costura da Dançum Se Rasgum Produciones, aprontarão altas confusões nos dias 15 e 16 de setembro de 2007. O 2º Festival Se Rasgum no Rock contará com 32 bandas divididas entre sábado (15) e domingo (16).

Não estarei lá mais uma vez, mas gostaria muito. Achei a escalação desse ano superior a de 2006. Na primeira noite, entre muitas outras atrações, rolarão as paraenses (e que eu gosto) Johny Rockstar, I.O.N e Madame Saatan, fechando com a porradaria stoner goiana do MQN e a sensacional palhaçada ska-búlgara brasiliense dos Móveis Coloniais de Acaju (já comentei um show deles aqui).

A segunda noite não concentra muitas bandas que gosto, mesmo assim, tem o Nashville Pussy (que conheci dia desses, graças ao amiguinho Marcelo [dono do Damassom, a mais mentirosa aparelhagem sonora da cena indie paraense e] um dos produtores do festival). Logo depois das xoxotas de Nashville, vem o Norman Bates, velha guarda 90’s do rock paraense proporcionando bons momentos para batimento de cabeça. Já o Sarapatel do Fungo Mareado, última banda da noite, também foi (mal) comentada aqui milênios atrás.

Boa sorte aos mano que é truta da produção e, também, boa farra aos amigos que estarão no papel de público.

Reimplicantes again

Falei aqui dois posts atrás sobre o Reimplicantes, um serviço de utilidade pública que responde perguntas do Yahoo Respostas, uma das mais estupidamente improváveis idéias da web 2.0.

Pois bem, através de puxação de saco, malas de dinheiro, estratagemas políticos e armações de bastidores, enganei os seguranças da portaria e lá estou como colaborador. O primeiro texto é esse aqui, dá uma chegada lá.

Não gostou? Reclame com o Pedro Nunes, o cara a quem devo um agradecimento que não será pago só porque sou mau, escroto, babaca e adoro borda queimada de pizza.

Rápido PS: alguém pode explicar essa merda desse calor em pleno inverno? A porra do aquecimento demitiu de vez as frentes frias argentinas ou algum problema diplomático está impedindo a entrada delas no país? 

O guia esperto da lavagem de roupas

[Inaugurando a seção de guias práticos do blog, hoje ensino você, responsável pelo seu lar, a lavar roupas na máquina. Sugestões de guias, pedidos de dicas e assédio sexual feminino explícito podem ser postados nos comentários. Um beijo, fiquem com deus e sejam amigos do Diabo.]
A máquina
Uma boa máquina é aquela que enche de água, sacode um pouco pra mexer o sabão, mantém uns 30 minutos de calmaria para molho, depois chacoalha como o diabo com o rabo ardendo, seca, enche de novo pra tirar o sabão, depois chacoalha de novo e…bem, enfim, se ao final ela centrifugar e entregar roupas úmidas e limpas, tenha certeza: ela funciona. Fique atento aos sinais de distúrbios psicológicos da mesma. Não é normal máquinas saírem dançando pela área de serviço ou soltarem fumaça preta do motor. Em caso de fogo, alerte a máquina para o perigo de brincar com o elemento e, caso não funcione, seja enfático, diga que máquina de lavar que brinca com fogo faz xixi na cama!

As roupas
São elas que você lavará na máquina. De cores e formatos bem variados, as roupas geralmente são compostas por pedaços de tecido costurados com o objetivo de cobrir partes específicas do corpo humano. Por exemplo: um tecido grosso em formato de V com grande abertura em uma extremidade e duas aberturas circulares nas extremidades opostas provavelmente é uma calça jeans, que, como é de amplo conhecimento, serve para cobrir pernas. Antes de prosseguir com a lavagem, tenha absoluta certeza de que suas roupas são feitas de tecido, pois trajes feitos com papel crepom, jornal, frutas, peixes ou minerais, não costumam sair-se bem atuando nos violentos palcos centrifugares das máquinas de lavar.

Quando lavar?
A lição é simples: o cesto de roupa suja encheu? Jogue tudo na máquina até a capacidade máxima + dois quilos, ou seja, se a máquina for de 4 quilos, lave 6. Não se preocupe, os presídios brasileiros funcionam desse jeito há séculos e ninguém liga, então não será uma simples geringonça doméstica da área de serviço que fará você perder o sono, não é mesmo?

As cores
Muitas revistas de mulherzinha recomendam que você separe as roupas por cor na hora da lavagem. Mas, por exemplo, aquela camiseta bege-mamão-papaia está suja e você quer usá-la no sábado. Você terá de esperar até que todas as roupas bege-mamão-papaia do seu guarda-roupa estejam no cesto de roupa suja para que você as lave? Óbvio que não, isso é dica safada do verso da embalagem de sabão em pó justamente para vender mais sabão em pó, pois se você separar por cor, fatalmente lavará roupa mais vezes e, claro, usará mais sabão (e água, seu sabotador do futuro planetário!).

O sabão
Marca é coisa de quem peida sem fazer barulho. No supermercado, procure a maior embalagem e o preço mais barato, achou? Então compre. Para economizar ainda mais, você também pode adquirir sabão em barra vagabundo e, com um ralador de queijo, transformá-lo em pó. No momento de jogar na máquina, a economia que você fez comprando o mais barato ou ralando barra fará a diferença: encha duas mãos de pó e taque pra dentro (da máquina). Medir quantidade com copinho é para quem tem muita paciência e, mesmo assim, as quantidades recomendadas nunca são suficientes para limpar aquela freada na cueca.

O amaciante
Acha que é frescura? Eu também achava, até descobrir que, adicionando uma dose cavalar do componente à lavagem, as roupas secam quase lisas, tornando desnecessário o complicado processo de passagem no ferro. Marca? Vale a mesma regra do sabão: o mais barato e de maior embalagem é o melhor, apesar daquele ursinho na embalagem daquela marca ser muito fofo, bonitinho, meigo, ôxi módeus do xéu, quédu!

A lavagem em si
As roupas já estão na máquina com sabão e amaciante devidamente adicionados? Então feche a tampa e deixe a natureza agir. Até o final do processo, é muito útil possuir em casa ao menos três (3) latas de cerveja, um pacote de Doritos e o SporTV com o pacote do brasileirão séries A e B. Caso o referido plus televisivo esteja fora do seu alcance financeiro, recomendo palavras cruzadas Coquetel. Se você não tem experiência no esporte, compre uma edição para iniciantes.

A lavagem terminou, e agora?
Muita calma. Primeiramente abra a tampa da máquina à distância (para facilitar, utilize um cabo de vassoura). Se nenhum objeto ou ser vivo pulou pra fora do eletrodoméstico nesse momento, é sinal de que a lavagem muito provavelmente deu certo. Aproxime-se e faça uma checagem visual. Se as roupas estiverem lá, coladas às paredes da máquina, está tudo bem. Retire as mesmas da máquina e coloque-as no varal. Para as camisas e camisetas, utilize cabides, assim elas secarão já lisas (lembre-se da dica do amaciante). Meias e cuecas não exigem delicadeza, prenda no varal de qualquer jeito. Para as calças, existem técnicas de penduramento variadas, mas a mais utilizada hoje em dia no eixo Sydney-Adelaide é a chamada Decágono Aborígene, que consiste em prender o traje por 12 diferentes pontos, sendo o mais importante deles na região entre nádegas da calça. O método não será demonstrado neste espaço por pura falta de respeito com o leitor, obrigado.

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RSS Ressaca Moral – As últimas

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Ó as tuítada aê

  • discordo, a vibe é sincera e a emoção está na pele RT: @vcunha: Isso não é cool: http://www.flickr.com/photos/rockworkbelem/4195746047/ 1 day ago
  • Mas rapaz, tem gente que ainda acha legal fazer em formato "você sabia...?", então é claro que tem maluco que curte aquele blog. 2 days ago
  • Profânio e Petúnio foram os nomes de hoje, a data de nascimento continua 6 de junho de 1944. 2 days ago
  • Vou levar a Paola (Oliveira, minha namorada) hoje lá nos churrasquinhos da Aclimação, apareçam. 2 days ago
  • Alinhar & Dividir. Pronto, você já pode ser atendimento publicitário. 2 days ago
  • Ah, as festinhas de publicitários. 2 days ago
  • É oficial: Paola Oliveira veio buscar o prêmio ontem quase no final do prazo. Estamos namorando. 2 days ago
  • Atenção: Paola Oliveira ainda não veio buscar o prêmio que ganhou na Promoção Namore Comigo. O prazo encerra às 18h. 4 days ago

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