Passei horas da minha infância admirando a ilustração da caixa do forte. Contava o número de índios atacando a paliçada, a quantidade de confederados visíveis defendendo a fortaleza, reparei até na poeira levantada pela carga da cavalaria nativa americana. Em vão, tentei reproduzir com as figuras de plástico do brinquedo toda a dramaticidade daquela batalha retratada na embalagem. Essa edição do forte era em madeira de verdade. No meu apareceu cupim.

A única imagem que encontrei na web do modelo que tive de Forte Apache foi essa. É pequena, mas é de coração.
Esse post me deixou meio emocionada. Acho que é coisa de mãe de filho menino, desses que cuidam de deixar os bonequinhos estrategicamente espalhados pela casa indicando que a brincadeira começa, mas nunca termina. :)