Os dias passam e a pequenez continua mostrando que é o elemento mais abundante no planeta.
Os grandes vencedores da história contam sempre com a pequenez para triunfar. E não estamos falando de César ou Átila, esses são vencedores raros, que pisam na terra de vez em quando apenas.
Vencedores comuns, em maior número por aí, sabem que a vida é curtinha, rápida o suficiente para focar apenas o que interessa e tentar sair da empreitada ileso.
Pra ficar somente em exemplos pouco nobres, imagina um Barbalho ou Sarney brigando em caixa de comentário de blog, enviando e-mail indignado com a situação dos direitos humanos na China ou fazendo campanha na mídia contra a proibição de placas de outdoor nas ruas de São Paulo?
Não, isso é ocupação das massas, miudezas que, infelizmente, esses caras tiveram talento pra sacar.
Isso porque a parte mais difícil da pequenez é identificá-la.
O problema é que, na maioria dos casos, as pessoas classificam tudo como muito grande, quando a saída é justamente pensar o mundo como um lugar povoado de coisas pequenas.
A partir daí pode-se começar uma seleção do que é um pouco maior, do que é mais crescidinho e, aí sim, achar coisas grandes. Que são bem poucas, é bom lembrar.
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