A Lispector não imaginava que um trecho seu um dia seria tão popular na web de auto ajuda 2.0.
“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”. Assim acho que ela escreveu no original. Por aí já estropiaram de tudo quanto é jeito, mas faz parte, esse é o pop.
Agora, se ainda não tem nome, cria um, porra.
O número de pessoas que se apropriou da frase é grande o suficiente para imortalizar como ídolo o fulano que conseguir definir o que é esse troço tão desejado, muito maior que a simples liberdade. Eu é que não vou deixar de perder essa.
Novamente então, vamos ao exercício.
Liberdade é pouco. O que eu desejo é…
a) Melênio
b) Ximbuco
c) Bizoléio
d) Poropopó Poropopó
e) A receita do Bacalhau ao Zé do Pipo
Olha, não vou dar um nome não.
Não pretendo estragar esta frase muito bem dita.
Pode ser?
caramba~
uashaushauhsauhsushasauhsuah’
mano imagina se o cara tivesse colocado um nome:
“Liberdade é pouco. O que eu desejo é Ximbuco!”
olha que merdaa ¬¬’
acabariia o sentido da frase!
essa ideia foi imbecíl ;@
Fooi maalz’ :D