A língua evolui quando alguém se toca da falta de prática de alguma coisa.
O trema, por exemplo, hoje em dia serve apenas para o word sublinhar de vermelho algumas palavras e causar aquela sensação de incômodo ao passar o olho na tela e perceber que o filho da puta do programa está apontando como erradas um monte de palavras que você tem certeza de ter escrito corretamente.
Defender a pureza da língua é o caralho, a reforma ortográfica ainda está pegando leve demais com muita coisa. A cedilha, veja só, é apenas um C fazendo cocô fino causando constrangimentos em e-mails corporativos quando alguém saca aquele “voÇê” da cartola. Nós temos o SS, chega de dificultar a fabricação de teclados exigindo a inserção em nossas vidas dessa aberração (aliás, palavra que faz muito mais sentido escrita desse jeito, ó: aberraSSão).
E a crase, ninguém vai se mexer para dar um fim nessa coisa? Sério, a crase atualmente só guarda duas funções: permitir que a professora de português desconte ponto do Pedrinho e abastecer aquela patrulha de comentaristas imbecis de blog, sempre prontos para apontar um erro gramatical no texto, mas nunca preparados para discutir uma idéia.
Chupem, acentos.
Concordo plenamente com voSSê aliás outra coisa que me incomoda bastante é o fato de que eu tenho certeza de que o nosso tão querido amado idolatrado e agora porque não pop presidente Luís Assinácio Lula da Silva resolveu assinar o decreto mas eu acho que ele deve ter dado la a carimbada com o dedo polegar com certeza.
Perdoe os erros gramáticais de mim porque eu ainda estou transitando entre o que eu aprendi na escola (creio que devo ter aprendido alguma coisa) e o que eu vou ter que aprender agora.
Vai demorar para retirarem letras, já que mal colocaram outras três inúteis no alfabeto. K W Y só servem mesmo para nomes próprios e estrangeirismo. Por isso, apoio dar a mesma ênfase ao “ç”. Por exemplo, Çilvia, Clariça, Çamuel, Çolange etc. Esse é o espírito.
Doda: droga, eu concordo em gênero número e adjunto adverbial.
achei uma merda…
acho a trema fundamental: cinqüenta é “cuenta” e não “kenta”… só q daqui a cinkenta anos ninguém vai lembrar disso… e, na boa, não vai fazer a menor diferença… d qq maneira, sou contra!! (alguém tem d discordar, né!?)
Doda: ah, uma galera discorda, a maioria eu diria, quanto a isso fique tranquilo :-)