Corria 1997 e o Chevette era SL/E 89/90. No toca-fita de gaveta, cassetes Basf e TDK guardavam estranhas seleções desprovidas de sentido.
Chão de Giz na versão do primeiro Grande Encontro conseguia dividir rolos com Titãs de Cabeças Dinossauros a Acústicos.
Perdidos, Angus Young e Bon Scott não faziam a mínima idéia do que faziam ao lado de Song 2.
E no caminho para o inferninho da Alcindo Cacela quase na esquina com a José Malcher, os alto-falantes do prateado sedã de entrada cuspiam a única coisa divertida – mas não necessariamente boa – produzida por Maria do Relento.
Essa música foi a que eu sempre quis pedir no Teleguiado. Mas o Cazé nunca me atendeu :(
fico despressionada com a tua memória!
Desenterrar a Insanu foi um chute no culhão que não tenho!!
é-gu-a!!!
A Insãnu marcou a minha adolescência!
Eu ia fugida pra lá, porque claro, com 13 anos ir pra lá era um tabu na minha casa.
Adorei essa lembrança!
E o mais engraçado é que nenhum empreendimento vingou lá naquele lugar. Será que a alma penada do bom e velho rockn’ roll assombra o recinto?
Égua! Insãnu! Eu acho que cheguei a ir contigo na época de convênio, não? Po, lá era legal. Por que será que boate rock/pop não dura nessa cidade???