[esse é do Randy, talvez o mais genial de todos os meus amigos, beijo aqui do irmão]
Vocês já pararam para pensar que a palhaçada e a prostituição existem praticamente desde que o mundo é mundo?
Estes dois profissionais (palhaço e prostituta) sempre foram postos à margem da sociedade e, hoje em dia, lutam para sobreviver face às hostilidades de uma sociedade hipócrita e de um estado omisso.
Vejamos alguns exemplos: as prostitutas brasileiras arriscam-se em locais pouco seguros e ficam a mercê de cafetões e dos perigos de ruas mal iluminadas e mesmo quando gozam de um certo status e podem frequentar universidades, nunca assumem a sua ocupação, preferindo ser chamadas de acompanhantes de luxo.
No caso dos palhaços, a coisa ainda é muito pior. Hoje em dia, escondem-se sob outras denominações como arte-educadores, doutores da alegria, saltimbancos de semáforos, integrando-se timidamente em grupos folclóricos em que o nariz vermelho é substituído ora por uma burrica de espuma, ora por um chapéu espelhado coberto de fitas.
Tudo isto, meus amigos, é fruto de alguns caprichos por parte de setores organizados da sociedade civil, estas ONGs que proliferam-se como pragas e defendem os direitos de todos os animais, menos os da espécie humana que, inclusive, um de seus exemplares mais bondosos deu a vida pregado na cruz para redimir todos os pecados dos seus semelhantes, crápulas que só querem proteger os elefantes, ursos , felinos, símios, enfim, toda a gama de animais que conferiam ao circo, juntamente com os palhaços e malabaristas, a alegria de bilhares de crianças e adultos por todo o mundo.
Com a falta de animais e de apoio por parte do governo federal (o governo Lula nunca investiu no circo, jogando a responsabilidade para as prefeituras que pontualmente desenvolveram alguns projetos como o “escola circo”) os palhaços vivem uma situação de desamparo e, para ganhar o seu pão de cada dia, sujeitam-se a animar aniversários e ainda por cima enfrentar a concorrência de casas de recepção com seus brinquedos infláveis de ultima geração.
Portanto, meus amigos, quando virem um palhaço e este lhes oferecer um sorriso, retribuam com aplausos.
Fica a reflexão.
—

tensoooo o texto
o loco
hahahah rachei, muito bom, muito bom