Empunhando a mesma pretensão já utilizada com fracasso nas batalhas para levar o meu samba aos fundos do seu quintal, caminho novamente e sem rumo pelas desertas pradarias da incompetência.
Busco forma de, nestas mal niveladas linhas, descrever a mecânica que a audição da sua voz dispara nessa mal estruturada escola de teatro amador por mim chamada de cérebro.
Já ouvi outras vozes, na verdade muitas, porque como você já deve ter notado, quase todo mundo possui uma e, infelizmente e diariamente, esse todo mundo cultiva carinhosamente o ato de lançar o som de suas palavras ao vento abalando paciências, provocando dores físicas e influindo até mesmo na problemática gástrica.
Mas não a sua voz, não esse tom de pronúncia peculiar capaz de esculpir a mais detalhada das simpatias na madeira deste imenso carvalho, plantado em homenagem a você no mais bem localizado jardim deste coração aqui, sempre todo seu, princesa do meu mercadinho.
Passe no caixa e peça o seu desconto, apareça trajando essa voz como calcinha.
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Me senti observando uma obra abstrata estampada na parede lendo esse texto.
Amigo, depois de ler este comentário apague-o para que ele não macule o brilhantismo insuperável do texto.
Abs.
que lindo.
que bonito isso dóds
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MULEQUE!!
coisa linda de Jesus
acho que todos precisamos beber juntos.
Genial!