Bebemos nós

A farra de quinta tem um quê mágico meio do caralho que é impossível explicar, quer dizer, é possível, mas a ressaca na sexta não deixa nenhuma vontade sobrando para falar do assunto. Com um trio elétrico baiano desregulado na cabeça, saio do metrô (evidentemente atrasado para o batente) e tenho certeza do meu aspecto péssimo quando sou abordado por um desses manés uniformizados que tentam convencer os pedestres a fazer empréstimos bancários. Algum tempo atrás passou uma matéria sei lá onde que mostrava o underground do treinamento dessa gente, “ofereça o empréstimo somente para os que pareçam estar vivendo um inferno pessoal ou carreguem no rosto a expressão “Mas como?! Não pode ser, eu gozei fora!”.

Abri o wordpress e vi que alguém chegou até aqui digitando no Google “revenda de leite de coco em Sergipe” e, imediatamente, lembrei que uma das notícias comentadas ontem foi o aumento territorial acreano. “Agora vai”, teria dito alguém que não entendeu a relação do mítico estado do Acre com o leitecoquismo sergipano. Informando anívelde geografismo: a linha que separa os estados do Acre e do Amazonas é chamada de Linha Cunha Gomes.

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