Embalagens da minha vida – Oswaldo Montenegro

Houve um tempo em que o conhecimento musical da massa era ditado pela Som Livre. Artistas da borda do cocô do papagaio do frentista, de repente, eram fogueteados aos píncaros do mainstream porque uma composição mequetrefe qualquer era convertida no tema do amor de Cidinha e Leonel. E assim aconteceu Oswaldo. Ainda era vinil quando 1988 presenciou o lançamento do sombrio “Oswaldo Montenegro Ao Vivo”. Quem era aquele importante que vindo do nada, esquina com lugar nenhum, ganhou um disco ao vivo lançado pela musculosa gravadora das infinitas inserções comerciais na única rede de TV do país que alguém assistia? Pouco importava, o álbum fatalmente seria um dos maiores sucessos daquele ano e do seguinte, 1989, no qual a terrorista “Lua e Flor” musicou os momentos de ternura do inimaginável casal formado por Lima Duarte e Maitê Proença.

Era um dos “que mamãe comprava pra mim”. Existem outros, mas este, sem dúvida, era o mais inconfessável. Ainda esta lá na casa dos pais. Quem sabe um dia vê a luz. Pensando bem, melhor não.

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1 Response to “Embalagens da minha vida – Oswaldo Montenegro”


  1. 1 fran agosto 7, 2008 às 6:54 am

    Queridissimo Doda,
    Osvaldo Montenegro só é o que é por causa da Globo. Só entrou no choubisnez por causa do Sassá Mutema e da professorinha Crotirde, e ainda é considerado vivo pela mídia pq é casado com a Paloma Duarte. Ou seja, deve as calças à Globo. (Aonde que uma coisa feia, caída, encardida dessa iria arrumar uma moça bonita e bacana como a Paloma???)
    Plim plim.


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