Um nome

A Lispector não imaginava que um trecho seu um dia seria tão popular na web de auto ajuda 2.0.

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”. Assim acho que ela escreveu no original. Por aí já estropiaram de tudo quanto é jeito, mas faz parte, esse é o pop.

Agora, se ainda não tem nome, cria um, porra.

O número de pessoas que se apropriou da frase é grande o suficiente para imortalizar como ídolo o fulano que conseguir definir o que é esse troço tão desejado, muito maior que a simples liberdade. Eu é que não vou deixar de perder essa.

Novamente então, vamos ao exercício.

Liberdade é pouco. O que eu desejo é…

a) Melênio

b) Ximbuco

c) Bizoléio

d) Poropopó Poropopó

e) A receita do Bacalhau ao Zé do Pipo

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2 Responses to “Um nome”


  1. 1 Mario Sergio setembro 21, 2008 às 8:30 am

    Olha, não vou dar um nome não.
    Não pretendo estragar esta frase muito bem dita.
    Pode ser?

  2. 2 Tainá setembro 25, 2008 às 4:01 pm

    caramba~
    uashaushauhsauhsushasauhsuah’
    mano imagina se o cara tivesse colocado um nome:

    “Liberdade é pouco. O que eu desejo é Ximbuco!”

    olha que merdaa ¬¬’
    acabariia o sentido da frase!
    essa ideia foi imbecíl ;@

    Fooi maalz’ :D


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