Sâmertáááimeee

Lembro da noite em que perguntei à cantora do bar  – que fazia aquela linhagem sedutora do jazz –  se ela curtia cachorro. “Sim”, ela respondeu. “Au”, eu disse. A foto da moça cantando ao pé do meu ouvido figurou durante muito tempo naquela imensa área central degradada, conhecida em sua era de ouro como Orkut. Eu usava uma camiseta pop-boboquinha do National Kid, malha de péssima qualidade. Após 5 ou 6 lavagens, adquiriu repugnante catinga na região das axilas, mesmo quando não havia suor.

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